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Suspeito de matar empresário em Interlagos paga fiança e é solto; o que se sabe do caso

por | jul 21, 2025 | Geral

A morte de Adalberto dos Santos Júnior, 36, continua sob investigação da polícia paulista

Um dos principais suspeitos do assassinato do empresário Adalberto dos Santos Júnior, 36, que foi encontrado em um buraco no Autódromo de Interlagos, São Paulo, no início de junho, foi interrogado pela Polícia Civil na sexta-feira (18/7), mas foi solto após pagar fiança, segundo o g1. Além dele, outros três suspeitos foram ouvidos, e um quinto é procurado para prestar depoimento. O caso, sem solução há mais de um mês, continua sob investigação.

Sem ter o nome divulgado pelas autoridades policiais, o homem de 38 anos é lutador de jiu-jitsu e era um dos responsáveis pela segurança do evento de motociclismo que Adalberto foi acompanhado de um amigo antes de ser dado como desaparecido no dia 30 de maio – a última vez que foi visto com vida -.

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Corpo de empresário é encontrado no AutódromoFoto/Globo

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Corpo de empresário é encontrado no AutódromoFoto/Globo

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Adalberto, empresário encontrado morto no Autódromo de InterlagoReprodução/Record

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Mensagens de Adalberto, empresário encontrado morto no Autódromo de Interlago, com a esposa antes de desaparecerReprodução/Record

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Esposa de Adalberto, empresário encontrado morto no Autódromo de InterlagoReprodução/Record

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Carro de Adalberto, empresário encontrado morto no Autódromo de Interlago, tinha amostras de sangue de mulher desconhecidaReprodução/Record

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Adalberto, empresário encontrado morto no Autódromo de Interlago, e o amigo EduardoReprodução/Record

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Adalberto, empresário encontrado morto no Autódromo de InterlagoReprodução/Record

O nome do funcionário, que tinha função de coordenação da segurança do autódromo, foi omitido pela empresa na lista de colaboradores repassada à policia, o que justificou a emissão de um mandado de busca e apreensão na casa do suspeito, onde foram encontradas 21 munições de calibre .38. Aos agentes, ele disse não saber explicar a origem do armamento, e foi preso em flagrante.

Os policiais também averiguaram que o homem tem passagens na polícia por furto, associação criminosa e ameaça. Ele pagou fiança e responde em liberdade. O celular do suspeito e outros 11 dispositivos serão averiguados pela perícia.

Outro fato que chamou atenção dos investigadores é que, no dia seguinte a data do crime, o lutador faltou ao trabalho e foi retirado da equipe. Os responsáveis pela empresa de segurança, privada e sem relação direta com a administração do autódromo, no entanto, ainda não foram convocados a prestar depoimento.

Empresário foi morto asfixiado

Segundo o laudo da Polícia Técnico-Científica de São Paulo, Adalberto morreu por asfixia, com escoriações no peito e no pescoço. Embora o resultado não seja definitivo, os peritos suspeitam que, durante uma briga, ele possa ter tido o pulmão comprimido pelo joelho do agressor – o que explicaria a polícia suspeitar do praticante de jiu-jitsu -.

O carro que o empresário usou para chegar ao evento, que passou dias abandonado no estacionamento do autódromo, também foi periciado. No veículo, foram encontradas amostras de sangue da própria vítima e de uma mulher, ainda não identificada.

Luciano Verdolin

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