No segundo chamado do dia por ameaça de “atentado” em escola da Capital, o Campo Grande News topou com o sargento Richardson Melo Duchini. Integrante de equipe da polícia comunitária da região sul da Capital, ele está acostumado a ser chamado para esse tipo de ocorrência. É também palestrante e não economiza na exposição dos “maus exemplos” na hora de “puxar a orelha” da gurizada.
No segundo chamado do dia por ameaça de “atentado” em escola da Capital, o Campo Grande News topou com o sargento Richardson Melo Duchini. Integrante de equipe da polícia comunitária da região sul da Capital, ele está acostumado a ser chamado para esse tipo de ocorrência. É também palestrante e não economiza na exposição dos “maus exemplos” na hora de “puxar a orelha” da gurizada.
Já na escola, policiais chamaram o garoto para conversa e ele admitiu ter mentido sobre ter uma arma. A mochila do estudante já havia sido revistada e nada foi encontrado. A equipe da PM fiscalizou outras mochilas e constatou que tudo não passou mesmo de uma fantasia.
O caso seria encaminhado para a Semed (Secretaria Municipal de Educação), para que providência administrativa fosse tomada.
“Faz parte do policiamento comunitário. A gente atende algumas escolas dando palestras e atende a esses chamados, com bastante frequência. Acontece também de um aluno ameaçar o outro, brigas e a gente é chamado para apaziguar”, explica o sargento.

Duchini explica que mostra o material apreendido nas palestras como forma de sanar a curiosidade dos adolescentes, mas também para explicar, firmemente, que determinadas atitudes podem gerar graves consequência. Afinal, escola é lugar de lápis, caderno e livro. –
CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS


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